fora dos trópicos

23 de fevereiro

Rios congelados. Os raios do sol marcam com cores as árvores secas e sonolentas. Uma ou outra casa convidativa, provavelmente aconchegante e onde eu poderia ser feliz, costeia o rio. Logo mais, um animal rebola suas penas e vira de um lado para outro sua cabeça com penas lustrosas. Parece perdido. Acho que está, definitivamente. Percorre com calma e paciência o pouco da água do rio volumoso que não está congelado. Com a sabedoria da natureza, parece saber que logo o sol vai derreter e seu caminho vai se abrir. Só precisa ter paciência.

Eu preciso morar numa terra que dê para plantar laranjas.

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2 comentários sobre “fora dos trópicos

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